22b virou arquivo. O aro é uma peça única e por isso tem uma cor única: no escuro ele é branco na volta toda — na frente do globo, atrás dele e no trecho que o cruza — junto com a borda do limbo. A única coisa que não vira branca é a cunha, que não é estrutura e sim sombra: em branco ela desapareceria sobre globos claros como o do UID, e é justamente ela que conta o que a nave faz com o planeta.
No claro use assets/logo/, no escuro assets/logo/escuro/. Os ícones de app opacos (apple-touch e maskable) foram refeitos com a versão escura, porque o fundo deles é o preto do site.
O problema é real: aros, borda e cunha são preto puro, então em #08080A eles somem no papel e sobra a orelha laranja — bonito como recorte, mas a estrutura orbital, que é o assunto da marca, deixa de existir. As opções abaixo estão todas sobre o mesmo preto, no mesmo tamanho. Minha recomendação está marcada.
diga um id e eu gravo o arquivo correspondente em assets/logo/
Um arquivo só para tudo, e a marca vira silhueta. Funciona como assinatura discreta; falha quando ela precisa ser reconhecível.
O aro é um objeto só, então tem uma cor só: branco na frente, atrás e cruzando o globo, mais a borda do limbo. A cunha não é aro — é sombra — e continua preta.
Fica o preto e entra um fio branco de 2,5 no limbo, só para separar do fundo. Preserva o desenho original, mas acrescenta um terceiro valor — começa a parecer adesivo.
Uma tinta só, sem laranja: disco branco com a cunha furada. É o que resolve foto, vídeo e gravação — mas abre mão da cor do escopo.
A regra fica simples de guardar: a tinta é a cor oposta ao fundo — preto no claro, branco no escuro — e o globo nunca muda. Uma decisão, dois arquivos.
Se preferir não criar um segundo arquivo, 22a continua válido — mas então a marca colorida só deveria aparecer sobre claro, e no escuro você usa o 22d que já está pronto. O que eu evitaria é o 22c: contorno de socorro tende a virar parte do desenho e aí a marca tem duas versões de estrutura, não duas de tinta.
Decidido: 19a. Uma família para tudo — assinatura titular, assinatura técnica, título, texto, interface. Sem alternativa para peça grande, sem par de fontes, sem exceção: 600 quando é marca ou título, 500 quando é rótulo ou técnica, 400 no texto. O único outro tipo do sistema é o monoespaçado dos códigos e legendas desta folha, que não é tipo de marca. Esta página inteira já está em Archivo.
A recomendação virou regra: “Drayker”, Archivo 600 é a assinatura titular; “DRAYKER”, Archivo 500 espaçada é a técnica, sempre menor e nunca sozinha em peça de marca. Os arquivos em assets/logo/assinatura/ já estão assim.
titular · Archivo 600 · “Drayker” · tracking −0.012em · sem estica
empilhada · Archivo 500 · tracking ~0 (caixa baixa não se espaça)
técnica · Archivo 500 · “DRAYKER” · tracking +0.22em · sempre menor que o símbolo
o texto ainda é <text> vivo — converta para curvas antes da gráfica
Minha leitura, com o símbolo do lado: o globo já é uma forma fechada, circular e gritada. Em caixa alta a palavra repete esse retângulo compacto e o conjunto empata — dois blocos disputando o mesmo peso, e o nome vira etiqueta de máquina. Em caixa alta e baixa as ascendentes do D e do k e a descendente do y criam contorno próprio: há hierarquia, o símbolo lidera e a palavra acompanha. Também é mais legível pequena — favicon com legenda, rodapé, assinatura de e-mail.
A maiúscula espaçada não vai para o lixo: ela é a versão técnica — placa, casco, capa de relatório, faixa de rodapé, onde a palavra precisa virar régua e não nome. Duas funções, uma hierarquia clara.
o que está nos arquivos hoje: Archivo 600, “Drayker” · diga uma linha e eu troco
Marca, site, app, documento, assinatura de e-mail. Se não houver instrução em contrário, é esta.
Placa, casco, lombada, faixa de rodapé, régua de capa. Sempre menor que a titular e sempre espaçada — maiúscula colada não existe.
Entre os cinco tipos: Archivo (19a) tem a maior altura-x e a diagonal mais firme — segura o preto do símbolo. Instrument Sans (19c) é o segundo lugar honesto: um grau mais estreito e mais silencioso, bom se a marca for aparecer muito em texto corrido. IBM Plex (19b) puxa para “documentação de software”, Schibsted (19d) para “jornal” e Manrope (19e) para “startup de 2019” — nenhuma está errada, só dizem outra coisa.
Caixa alta e baixa baixa o tom e resolve o problema de origem: em minúsculo o r, o k e o y são formas simples — haste e diagonal — sem perninha de fantasia. E o texto não é mais esticado: saíram o lengthAdjust="spacingAndGlyphs" e o tracking negativo forte, então o desenho de cada letra chega à gráfica exatamente como o tipoógrafo desenhou.
18a está fixado nos arquivos de assinatura · troque o id e eu refaço
Ascendentes do D e do k na mesma altura, ombro do r curto e reto, y de cauda direta. Nada de curva decorativa.
Archivo 600 · tracking −0.012em · sem estica
Tipo de documentação técnica: terminais levemente cortados, y de cauda reta, k de junta única. Mais frio e mais quieto que o Archivo.
IBM Plex Sans 600 · tracking −0.02em
Peso médio e tracking neutro: parece nome de empresa em contrato, não em cartaz. É a que envelhece melhor em rodapé, fatura e e-mail.
Archivo 500 · tracking 0
Empilhada, a palavra ganha um tracking leve para casar com a largura do símbolo — é o único ajuste permitido, e ele mexe no espaço, nunca na letra.
O Space Grotesk era o problema: o R de perninha curva, o K frouxo e o Y pontudo dão um ar editorial que briga com um símbolo de aro e órbita — e o texto ainda era esticado à força para fechar a largura. Abaixo, quatro tratamentos reais. Escolha um id e eu fixo nas assinaturas.
letter-spacing controla o encaixe · lengthAdjust="spacing" nunca deforma o glifo
Grotesca industrial de traço reto: hastes verticais, junta do K firme, R de perna diagonal. Larga o suficiente para segurar peso ao lado do símbolo.
Archivo 600 · wdth 112 · tracking +0.012em
Peso médio, tracking aberto: viraliza como etiqueta de placa, casco, rodapé. É a versão que sobrevive pequena e ao lado de texto corrido.
Archivo 500 · tracking +0.2em
Mais caráter: terminais cortados na horizontal e contraforma quadrada. Fala aeroespacial sem virar fonte de videogame. Só para grande.
Anybody 700 · wdth 118
Space Grotesk 700 comprimido em -0.045em e esticado por textLength. Compare o R e o K com os de cima: aqui eles amolecem a marca.
Space Grotesk 700 · tracking -0.045em
De 20 px para cima é sempre drayker-marca.svg — a logo inteira, sem versão alternativa. O compacto (drayker-icone.svg) só existe para 16 px de favicon, onde os aros da órbita larga fecham e sujam. Se der para usar a logo, usa a logo.
O que faltava para a identidade sair do navegador: versão de uma cor só, o vazado para fundo escuro, as duas assinaturas, os ícones de app e a folha de regras. Tudo em assets/logo/.
O globo vira o papel. Gravação, carimbo, fatura, serigrafia de uma cor.
Mesmo arquivo com a tinta branca, para preto e prensa a quente.
Disco cheio com a cunha furada de verdade — o fundo aparece pelo buraco. Sobre foto é o único que funciona.
Sobre o laranja do escopo o furo devolve a cor da marca sem imprimir uma segunda tinta.
O tracejado é a caixa do arquivo: já vem com X = metade do raio do globo livre em volta. Nada entra ali — nem texto, nem borda, nem outra marca.
Tamanho mínimo: 24 mm / 110 px na horizontal, 16 mm / 72 px na vertical. Abaixo disso, só o símbolo.
Tipo: Archivo 600 · “Drayker” caixa alta e baixa · tracking −0.012em, sem estica (horizontal)
Archivo 500 · tracking +0.15em (vertical)
Os dois arquivos acima entram por <img>: o navegador não aplica webfont dentro deles, então aqui a palavra cai no Arial do sistema. O desenho real é o de 18a.

PNG opaco onde o sistema exige (apple-touch e maskable, com zona segura de 20%). Nos demais, o SVG continua sendo a fonte.
Todos passam de 3:1 sobre o preto do site e sobre papel. O preto dos aros é sempre #000000 — nunca o #08080A do fundo, senão o aro some.
drayker-mark.js.Treze .svg gravados em assets/logo/. Cada um é um arquivo limpo — seis formas, sem defs, sem máscara, sem filtro, sem script: um círculo do globo, a cunha, os três traços de aro e a borda. Abrem em Illustrator, Figma, Inkscape, e-mail, corte a laser. O que está abaixo são os arquivos de verdade, carregados via <img>.
Drayker.toMonoSVG({ accent, ringRadius, weight, fit, shadow, border })
→ string .svg mínima, sem dependência do motor
Os mesmos arquivos em escala, sobre o preto do site. Nada é redesenhado: é um <img src>.
Olhar travado em 0, 0.34: os dois aros se cruzam exatamente no eixo vertical e a ponta focal da cunha cai abaixo do centro. Espelho perfeito à esquerda e à direita. Aros, borda e sombra em preto puro; a única outra cor é o globo, que troca por escopo — laranja neon no principal.
<svg data-drayker data-rings="mono" data-accent="#FF5500" data-gaze="0,0.34" data-animate="false"></svg>
data-weight (traço) · data-border="false" · data-shadow="0" · data-fit (recorte)
Dois aros, borda de limbo e cunha nos dois quartos. Simetria de eixo, ponta focal para baixo.
rings=mono weight=5 fit=1.5
Aros puxados para dentro e traço mais grosso. Exceção de último recurso: use a logo sempre que couber.
ringRadius=106 weight=7 fit=1.24
Sem aros: fica o globo, a borda e a cunha que eles projetam. O mínimo absoluto — favicon, punção, bordado.
rings=monoBare weight=6 fit=1.12
Globo cheio, aros por cima. A versão mais leve, para quando o preto pesa demais — carimbo em tinta única, marca d'água.
shadow=0
Aros afastados e traço fino: a estrutura ganha escala e a cunha abre. Para aplicações grandes — parede, capa, abertura.
ringRadius=152 weight=3.4
No fundo escuro os aros somem no papel e a marca vira recorte: o globo é a única coisa que existe. Continua sendo o mesmo arquivo.
mesmo SVG, fundo #08080A
Assinatura horizontal e empilhada. O eixo de simetria do símbolo alinha com o centro óptico da palavra.
De 20 px para cima é a logo sem alteração. Abaixo disso, e só aí, o compacto ou o monoBare.
Tudo aqui sai de um motor único e documentado — drayker-mark.js — em que um símbolo é corpo + estrutura orbital + efeito nos dois quartos. A cunha deixou de ser só ausência de luz: ela é o que a megaestrutura está fazendo com o planeta, blindagem ou extração, desenhada dentro da própria sombra.
<svg data-drayker data-body="geo" data-rings="hull" data-wedge="extract"></svg>
Drayker.create(el, { body, rings, wedge, accent, ringRadius })
Drayker.toSVGString({ rings: 'seal' }) → SVG estático
Casco largo com costuras de segmento, vigas radiais entre as bordas, módulos e luzes de navegação correndo pelo trilho. A sombra dos dois quartos é consequência de um corpo sólido em órbita.
body=plain rings=hull wedge=none
Painéis escuros e bocas de captação viradas para o planeta. Dentro da cunha, o fluxo corre do limbo para o ponto de captação e a borda esquenta onde a matéria está sendo puxada.
body=plain rings=collector wedge=extract
Aros finos com emissores. Os dois quartos ficam cobertos por malha de facetas e uma varredura periódica: a sombra existe porque ali está protegido.
body=grid rings=shieldRing wedge=shield accent=#3FA9FF
Mesma nave-casco, mas os dois quartos já foram reescritos: parcelas medidas e placas acesas só onde a estrutura passou.
body=plain rings=hull wedge=terraform
Pórticos atravessando o casco e naves atracadas girando pelo trilho externo. Escala de indústria, sem efeito nos quartos.
body=weave rings=drydock wedge=none stars=1
Sobre a estrela a leitura vira inequívoca: a coroa desaparece atrás da cunha e a energia corre para dentro da estrutura.
body=star rings=collector wedge=extract
O caso extremo — corpo negro, anel de fóton e extração contra o horizonte de eventos.
body=voidBody rings=hull wedge=extract stars=1
Dois traços chapados, sem gradiente e sem animação. É a versão de favicon, app icon, carimbo, bordado e corte a laser.
body=plain rings=seal wedge=none animate=false gaze=0.16,0.34
Abaixo de 40 px use rings: 'seal' e sem efeito nos quartos. Acima disso o casco e a extração ainda se leem.
Mesmos aros de cromo, mesma cunha opaca e o halo recortado pela sombra. Cada corpo é um elemento — e o último é o mesmo sólido repetido dentro de si.
Plumas radiais tremendo em ritmos diferentes sobre toda a esfera, com núcleo incandescente.
Ondas concêntricas saindo do centro e marolas meridionais correndo por baixo.
Vinte placas tectônicas iguais cobrindo a esfera, cada uma com sua densidade.
Sete correntes de jato ondulando em sentidos alternados, como as faixas de um gigante gasoso.
Três icosaedros concêntricos girando em velocidades diferentes, vértices acesos. O quinto elemento como estrutura pura.
Cada face do icosaedro contém a próxima, três níveis: o mesmo padrão em qualquer escala.
O brilho de limbo agora é recortado pela própria cunha: onde os aros bloqueiam, não há luz nem dentro nem fora do corpo — a sombra atravessa o halo. Aplicado em todas as versões da página; aqui, os quatro casos base.
A esfera laranja da marca, aros de cromo do símbolo base e a cunha opaca cortando o halo.
Litorais reais girando, halo azul só na parte iluminada.
A coroa desaparece atrás da cunha: os aros parecem beber a luz da estrela.
Anel de fóton interrompido pela sombra — o horizonte fica costurado à cunha.
Aros exatamente como o do símbolo base do site (cromo em fita única) e a cunha de sombra opaca. Cada corpo agora é uma construção que só faz sentido sobre uma esfera — geodésica, gomos iguais, trança de dois sentidos, malha icosaédrica, gaiola armilar, íris esférica, zonas simétricas e semente.
Esfera geodésica icosaédrica: a mesma face repetida vinte vezes, sem eixo privilegiado. Núcleo branco no centro.
Doze gomos de pólo a pólo, alternados: partes iguais e independentes formando uma esfera só.
Dois feixes de espirais em sentidos opostos cruzando de pólo a pólo: estrutura tecida, não desenhada.
Malha icosaédrica de segunda ordem, com pacotes correndo pelas arestas. Rotas iguais em qualquer direção.
Cinco círculos máximos girando em planos diferentes, anel de cifra e um pulso de varredura. Esfera fechada por camadas.
Cascas concêntricas vistas de frente sobre a esfera: um olho que é globo, com pupila e reflexo. A leitura de “olho que tudo vê”, deliberada.
Zonas simétricas em torno do equador, com marcações de 15°. Corpo medido — protocolo é medida.
Rede de Fibonacci sobre a esfera, cada ponto com sua haste respirando para fora. Distribuição uniforme, crescimento vindo do centro.
Corrigido a partir dos GIFs: a cunha de sombra volta a ser opaca e de borda seca — ela é a marca, não um efeito. Cada aro é uma peça única, em grafite com textura de metal escovado, sem gradiente de cor. O corpo continua sendo o que diferencia o escopo.
Em todos: os dois aros cruzados que reorientam com o cursor e a mesma cunha de sombra projetada no corpo. O que muda é a estrutura interna da esfera — e o aro recebe só um toque da cor do escopo no meio do gradiente de cromo.
Casca de arame com meridianos e paralelos, uma órbita interna fora de plano e um núcleo branco pulsando. A inteligência tem centro e estrutura.
O corpo é feito de células ligadas entre si — nós grandes e poucos, cada um autônomo, todos aderentes à mesma esfera.
Dupla hélice enrolada no corpo, com as travessas visíveis: o DNA do kernel como matéria do símbolo.
Malha densa de nós e enlaces cobrindo a esfera. Sem centro: qualquer ponto serve como rota.
Anéis de cifra girando em velocidades diferentes, um pulso de varredura em sentido contrário e blocos de chave acendendo no centro.
Íris: anéis concêntricos, marcações radiais e uma pupila escura com contorno claro. É a face do sistema para a pessoa.
Corpo estratificado: camadas empilhadas que ficam mais claras conforme sobem — proposta, discussão, validação, resolução.
Enxame de partículas orbitando em raios diferentes e adensando num brilho central: muitos voluntários, uma emergência.
Sempre dois aros, mesmo comportamento e mesma cunha de sombra projetada no corpo central — mas agora eles se leem como megaestrutura em órbita: casco segmentado, vigas radiais, função. Sobre a estrela, a sombra passa a parecer captação.
Dois aros com casco largo, costuras de segmento e vigas radiais entre as bordas. Habitat em órbita, não linha decorativa.
Mesma estrutura em painéis escuros. Sobre o planeta a sombra dos aros fica evidente: é o que eles estão coletando.
A estrutura de dois aros contra o horizonte de eventos: filamentos de plasma e cunha de sombra atravessando o vazio.
A física é exatamente a que já existe no site — dois aros cruzados que reorientam com o cursor, passam atrás do globo e cruzam por dentro dele. Só a estrutura e a cor do aro mudam.
Cada aro vira dois fios paralelos: leitura de trilho, de estrutura montada. Mais técnico e ainda leve.
O aro é uma sequência de pontos em órbita — sólido de longe, granular de perto.
Aro translúcido e espesso com núcleo claro. Introduz o azul do planeta na estrutura sem perder o cromo.
Fio fino com nós brilhantes deslizando pela órbita: pontos de encontro da federação.
Gradiente que vai do cromo ao laranja da marca ao longo do próprio aro.
Faixa larga cortada em segmentos, como setores de uma estrutura modular.
Os aros cruzados continuam idênticos e reorientando com o olhar. Muda só o que eles envolvem: um horizonte de eventos ou uma estrela.
Esfera absolutamente preta, anel de fóton incandescente no limbo e os dois aros virando filamentos de plasma — a cunha de sombra deles atravessa o horizonte como um canal de extração.
Estrela com escurecimento de bordo e coroa aberta. Os dois aros aparecem em silhueta e a sombra que projetam sobre a fotosfera lê como captação de energia.
Variante com disco de acreção quente no plano dos aros — a parte de trás aparece por cima, como na lente gravitacional.
Todos mantêm a proposta original: dois aros cruzados que reorientam com o olhar e projetam a mesma sombra em cunha sobre o corpo central. O que muda é a matéria e o desenho do aro.
Os aros deixam de ser linha e passam a ter largura: fita de metal com brilho variando ao longo da curva. Mais peso e mais leitura de objeto físico.
Mesmo giroscópio em metal laranja quente. O anel deixa de ser cromo neutro e assume a cor da marca.
Ângulo entre os aros ampliado e raio maior: o cruzamento fica mais largo e o globo respira dentro dele.
Os dois aros mais o eixo de rotação atravessando o planeta. Lê como instrumento calibrado.
Dois aros de bronze espesso com rebites de luz. Menos high-tech, mais equipamento construído.
Aros reduzidos a um fio de luz. O globo domina e o giroscópio só o assina.
A base que as variações usam: Terra com atmosfera, sombra difusa dos aros e especular do sol, com os dois aros cruzados do símbolo atual.
Os dois aros cruzados do símbolo atual, em cromo espesso e sobre a Terra realista. A ponte mais direta com a marca.
Dois cruzamentos das direções que você gostou: o terminador deixa de ser só sombra e passa a separar dois tratamentos do mesmo globo.
1a + 1b no mesmo globo: do lado do dia, oceano e continentes cheios; do lado da noite, os mesmos litorais viram filamentos acesos. A linha do terminador segue o cursor.
1d + 1b: a esfera laranja da marca com os continentes em negativo no dia, e no lado noturno só o desenho da costa, brilhando. Fica 100% dentro da identidade atual.
Mesma física de anéis do símbolo atual (dois aros cruzados que reorientam com o cursor). A esfera muda: agora ela pode ser a Terra, com litorais reais em projeção ortográfica girando de verdade.
Oceano profundo, continentes em laranja da marca. O planeta gira; o terminador de sombra acompanha o olhar.
Planeta quase preto, litorais como filamentos incandescentes. A marca fica escura e o anel de cromo carrega o contraste.
Mantém a esfera laranja do símbolo atual, mas com os continentes recortados nela em negativo — Terra sem abandonar a identidade.
Em tamanhos pequenos os litorais viram ruído: as versões reduzidas usam continentes simplificados e sem grade. Diga qual direção seguir (2a, 2b, 1a, 1b ou 1d) e eu levo para o site, incluindo header e rodapé.